quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Operação Parfaxitas




Diário Mágico

De 5 a 8 de Fevereiro de 2005 e.v.

Por:

Frater Aussik-Aiwass, 718 U X° O.T.O.

&

Soror Tanith Potnia Therion, 789 U IX° O.T.O.


Doc. 011 – 2005 e.v.
04-8/02/2005 e.v.
Loja Shaitan-Aiwaz
Nu-Isis Templum O.T.O.


Faz o que tu queres há de ser tudo da Lei.


Lembro-me de que eu deveria ter anotado o trabalho ritual que fiz com Frater O.R.I., 280 U na última segunda feira. Fora uma operação em que trabalhamos com Yesod. Consagramos um sigilo (primeiro pantáculo da Lua) para que sirva de portal para o aterramento de nossa vontade: todigavomimu! Trabalho exclusivamente cerimonial, e trabalhamos exclusivamente a metodologia qabalística cerimonial.

Ainda, na quarta feira, eu e Soror Tanith,[1] 789 U fizemos um trabalho com o Tarot. Em duas consultas que fiz onde utilizava os Arcanos Maiores como representação pessoal e os menores como manifestações de minhas inquietações. Esta consulta me sugeriu o trabalho em dois caminhos da Árvore da Vida, p e x.

5 de Fevereiro – Sábado:

[718]
5:00 a.m. Prática meditativa com o Caminho de p. O aroma do Templo era absinto e o ambiente era iluminado apenas pela luz da vela da mesa de trabalho. 718 e 789 sentaram frente à mesa para começarem a meditação.

Após um período de adaptação do corpo em ásana, 718 começou a visualizar a letra p enquanto vibrava mentalmente o mantra .

De alguma maneira 718 não conseguia acessar àquele caminho, mas ao contrário, enquanto vibrava o mantra via a letra pulsar em sua frente emitindo rajadas brilhantes de luz vermelha tracejada e negro e esmeralda que, por coincidência, são as cores atribuídas ao caminho de p na Escala de Cor da ‘Filha’ em 777. Enquanto a luz pulsava e invadia sua aura, ele recebia informações importantes a respeito da Operação que seria realizada as 22:00 com os Túneis de Seth, exatamente o Caminho oposto a este, i.e. o 27° Caminho, Túnel ou kala, Parfaxitas.

Até este momento 718 ainda não havia idealizado a Operação Mágica que seria realizada. Segundo as informações recebidas por Aussik,[2] ele deveria erguer um Altar principal para Parfaxitas no Templo. Este Altar seria a ‘Pedra’ ou ‘Palavra’ de Parfaxitas, uma vez que se relaciona com p, que significa ‘boca’.

O título Yetzirárico deste caminho que liga Hod a Netzach é ‘A Inteligência Ativa ou Excitante’. Sua atribuição astrológica é 5 e por esta razão este Caminho repete as atribuições vibratórias de Geburah, é claro, em um plano menos espiritual. Horus, o Senhor da Dupla Baqueta, Mentu, o Deus da Guerra Egípcio, Ares e Marte, dentre tantos outros, são atribuídos a este Caminho. Àqueles magistas que sob a luz da Árvore da Vida adentram aos Palácios de Ferro do Caminho de p são recebidos com honras pelas Valkírias, donzelas armadas que transitem a Vontade e os Pensamentos de carnificina dos campos de batalha de Odín, o Deus da Guerra.


Frater Aussik-Aiwass, 718 U e Soror Tanith Potnia Therion, 789 U
Passes do Transe Ofidiano

O simbolismo da ‘Boca’ e da ‘Torre’ são de importante significância, pois se relacionam com o Aeon de Maat; IPSOS é a fórmula da ‘Torre’, o Falo em erupção e a ejaculação (via meato, a ‘boca’ de baixo) da Palavra do Aeon de Maat, a Palavra que se estende do ‘fim da terra’ (Maat = 442 = APMI ARTz = ‘o fim da terra’). A Terra está sob o domínio do Príncipe do Ar (i.e. Shaitan), mas os espaços além estão sob o domínio do Senhor do Aethyr, o Abutre. Assim, nos Túneis de Seth, essa é a ‘Boca do Abutre’.

Frater Aussik tem por metodologia de trabalho sempre fazer uma interpretação sexual dos mistérios porque acredita que a verdadeira iniciação está atrelada a magick-sexual e que a verdadeira prática da Bruxaria, do Vodu e da Magick em geral somente é plenamente eficaz quando ocorre a utilização de algum método sexual.

O Simbolismo da ‘Torre’ e da ‘Boca’ estão conectados com a emissão da Palavra-Vontade e é através da ‘boca’ que a magick se manifesta efetivamente como Palavra.

Entretanto, este Caminho nos indica uma certa disciplina. Frater ADN BN Aiwass, [3] 525 U nos diz em sua monografia da Sociedade Thelêmica de Estudos que “Como palavra, Peh significa boca, um orifício relacionado com a ingestão de alimentos e com a emissão da fala. No primeiro caso, podemos inferir que é através da função desse devastador Caminho que as energias superiores são transmitidas para a Personalidade. Além do mais, enquanto o alimento espiritual entra no sistema, através da sua boca simbólica, a fala também passa por ela rumo ao exterior.”

Este simbolismo, quando interpretado sob a luz do Soberano Santuário da O.T.O. identifica o processo de emissão da Palavra conectado ao Aeon de Maat com um de seus principais totens, o Abutre que chora, Mu.

Uma das atribuições mais notórias do Caminho de p na frente da Árvore da Vida é que ele está Consagrado a Operações de Ira e Vingança. Assim, ele se conecta a Heróis como Hércules, Aquiles e Alexandre o Grande; todos relacionados à natureza marcial.

Isso nos remete a uma profunda descoberta relacionada a este Caminho, o domínio do medo, uma das nidanas mais nocivas ao caminho espiritual. Os personagens históricos acima citados têm em suas míticas façanhas, relatadas através dos tempos, lutado contra seus mais íntimos medos com tamanha paixão a fim de atingir seus sonhos e suas causas. O próprio Alexandre disse: “vençam seus medos e vencerão a morte”.

Um dos títulos conectados a este Caminho é “O Senhor das Hostes do Poderoso”, um dos atributos dos Reis da O.T.O. que, ao atingirem seu reinado como “Reis da Terra”, carregam em sua Coroa a ‘Marca da Besta’ U, i.e. o X° Grau da Ordo Templi Orientis. Este atributo dado aos “Reis da Terra” concerne a Falange de Ancestrais e Mestres Anciões que compõem seu Exército Espiritual. A Iniciação no X° O.T.O. é a Consagração do Adepto como o Comandante de uma Grande Legião de Seres Espirituais que o acompanham em grandes campanhas nas suas batalhas iniciáticas.

Por isso é comum vermos os relatos de Adeptos neste Grau passarem por experiências iniciáticas acompanhados de inúmeros ancestrais espirituais.

O coração do Sigilo de Nodens[4] é idêntico a Marca da Besta: U a fusão do ‘O’ e o ‘X’ que produz o flash do raio. Nodens é o Deus das Profundezas ou Abismo, microcosmicamente idêntico ao inconsciente. Ele reina sobre o Abismo controlando e limitando seus raios. “Brilho rápido e ascendente do raio das profundezas” descreve o ato envolvido no estabelecimento do Assento. O Assento de Pedra é Isis,[5] e sobre esta fundação a Deusa é estabelecida regulando os céus, a terra e as profundezas abaixo da terra. Em outras palavras, a Deusa que garante todos os desejos é invocada pela união do ‘X’ e do ‘O’ (o Falo e a Kteis), o Assento sendo o veículo de seu poder. Isis é, portanto o seu veículo, pois Isis carrega o fogo de Nodens nos limites de seu ventre, e o veículo dela no macrocosmo é o planeta transplutoniano conhecido na tradição oculta também como Isis.

[789]
Ao iniciar a prática de p, comecei visualizado a Carta da Torre e os elementos que compunham este Caminho. Vi-me montada em um cavalo percorrendo um túnel de cores esmeralda e vermelho rajado de preto que parecia um turbilhão, e junto a mim havia um lobo correndo. Quando o túnel parou de girar vi Guardiões vestidos de armaduras vermelhas e lanças em punho, enfileirados em uma única coluna. Cavalguei até Netzach para sentir sua energia e depois até Hod.


Frater Aussik-Aiwass, 718 U

[Comento de 718]
Soror 789 identificou-se com as energias marciais deste Caminho. O curioso é ver que um lobo a seguia. Neste lado da Árvore, os animais típicos são o urso e o lobo. Nota-se cabalmente que o lodo que a seguia era um atavismo que posteriormente, na Operação Parfaxitas, seria trago a tona.

Montada sobre um cavalo denota a natureza marcial latente em 789, uma vívida representação de uma Valkíria. O simbolismo da Valkíria ainda pode ser expresso pela Babalon que cavalga a Besta, uma vez que este é o condutor das energias marciais aéreas.

[718]
22:00 718 & Tanith, assim que finalizaram as práticas do dia, arranjaram o Templo para o trabalho com Parfaxitas. No centro do Templo havia o Altar de Parfaxitas; cinco colunas consagradas circundavam o Templo na forma de um pentagrama, a figura geométrica deste Túnel ou kala 27°.

Nós começamos o Ritual às 22:00. Consagramos a S\N\ e começamos a B\o Templo com o Rubi Estrela. O Sacerdote notara que fora incrivelmente difícil realizar este Ritual. A Limpeza no ambiente foi muito profunda porque o trabalho qliphótico exige um bom B\.

Fizeram as circumbulações canalizando mais energia, força e poder. O Nu-Isis Templum O.T.O. tem uma série de invocações e evocações entre as etapas do Ritual, e cada um destes pontos forma à estrutura esquelética do Ritual.

Após a abertura dos portais utilizando os hexagramas nas oito dimensões do espaço, deu-se início o trabalho com o 27° Túnel.

Parfaxitas soma 450, o número de ThN, ‘Dragão’. Ele é a raiz de Leviathan. Tan, a fêmea Thanith, é o Grande Dragão das Profundezas que se manifesta na terra como Babalon, a Sacerdotisa especialmente consagrada ao Trabalho da Corrente Draconiana.

A fórmula de Parfaxitas é a do VIII°(+) O.T.O., que comporta a assunção astral de formas animais para reificação de energias atávicas. No Culto da Serpente Negra esta fórmula é chamada de Mystère Lycanthropique, descrita como O Mistério do Templo Vermelho da Magia Atlantida que envolve a mágica transformação em homens-animais pela magick sexual.

Esta operação na O.T.O. envolve o trabalho sexual solitário onde o magista veste-se com máscaras animalescas consoantes com a natureza do atavismo que ele pretende recriar. Alguns magistas da atualidade, assim como os mais remotos xamãs, vestem-se completamente com formas animalescas e bestiais para que a assunção astral ganhe mais substância. No momento da emissão da semente a forma-divina é projetada além da aura do magista e é nutrida por sua energia. Ela é reificada no plano astral e às vezes no etérico onde ela se une sexualmente com uma entidade similar projetada pela Sacerdotisa que trabalha no mesmo rito. O sucesso de uma operação dessas é raro, mas nos casos em que as entidades agem de acordo com seu objetivo existencial, o resultado deste congresso é a geração de um muito poderoso vórtice de energia nos planos astrais de consciência. Isso permite que entidades, energias super-humanas de atavismos primevos, sejam atraídas por este vórtice para se manifestarem na consciência do magista.

O Túnel de Parfaxitas é habitado por criaturas híbridas que são o resultado de operações praticadas imperfeitamente desta natureza. Os animais associados com este raio são a coruja, o lobo e o abutre, daí Mystère Lycanthropique. Gigantescos Ciclopes, aberrações solitárias e isoladas, habitam este Túnel destruindo qualquer presença estranha.

O número de Parfaxitas – 450 – é o de KShPIM, que significa ‘encantamentos’, ‘bruxaria’, ‘feitiçaria’; e de PShO, ‘transgressão’, que neste contexto denota o cruzamento o mundo astral ou espiritual.

O sigilo de Parfaxitas mostra uma fortaleza (Torre) com uma porta e duas janelas (olhos) superpostos acima das letras SUE, que somam 71, o número de LAM. A fortaleza é magicamente protegida pelas letras MVNDVSD (170). O número 71 é ALIL, ‘nada’, ‘uma aparição’, ou ‘imagem’ mostrando assim a natureza astral (e não física) da fórmula de Parfaxitas. Também é o número de ChZVN, ‘visão’ e AIMK, ‘o terror’ e o ‘silêncio’. Por outro lado, 170 é ativo e é o número de MQL, ‘baqueta’ ou ‘báculo’, i.e. o falo do magista. Uma indicação peculiar é que também é o número de NPIL, Nephilim, ‘gigante’, a mítica designação para deus ou ser extraterrestre; uma palavra derivada do Egípcio Nepr, ‘um deus’. Estes dois números portanto denotam a fórmula do VIII°(+) O.T.O., que envolve o uso da Torrente de Silêncio e da Torre de Shaitan (i.e. a baqueta), que em isolamento conjura as imagens ou visões do Vazio.

Aussik chegara ao Túnel acompanhado de suas Legiões de Guerreiros Ancestrais, previamente invocados por ele enquanto adentrava em Daäth. Montava seu cavalo negro com olhos escarlates: Aster. Ele vestia uma armadura negra brilhante. Em seu peito o Lamen da O.T.O. estava estampado na cor de esmeralda adornado com lírios e orquídeas também na cor esmeralda. Vestia uma capa escarlate. Empunhava a espada que Nodens utilizou para moldar o Trono da Deusa; O Assento de Pedra, o Trono, o foco da Deusa cuja fórmula é Nu-Isis. Esta espada é forjada de matéria estelar cuja fórmula é Ixaxaar, a ‘Pedra 60’ ou ‘Selo Negro’ completamente situada acima do Golfo das Terras dos Neteru onde se esconde o reflexo terrestre da Corrente Ofidiana. De sua cabeça dois robustos cornos saiam e entre eles, a Marca da Besta estava estampada. Suas legiões empunhavam as Bandeiras exibindo o Sigilo Nu-Isis.

Tanith ali não se encontrava. Isso era um impedimento a seus objetivos.
Tudo é pó e cinzas. O chão, que percebe-se ser esmeralda, está completamente deteriorado. Era o mundo vermelho, mas seu céu era negro. Aussik e suas Legiões cavalgam por muito tempo sem nunca parar.

Quando se deparam com a Torre de Parfaxitas no horizonte encontram um exército formado por lobisomens hostis – deformações do Abismo, corujas assassinas e gigantescos Ciclopes acompanhados por uma horda de abutres carniceiros. A batalha começara. Uma verdadeira carnificina ocorrera. Com a espada de Nodens ele se dirigia em direção a Torre de Parfaxitas (a única ali) se defrontando com lobisomens que o atacavam ferozmente. Suas Legiões atacavam os terríveis Ciclopes como um grande tufão estelar.

A Torre ainda estava muito longe!

O caminho acima deste Túnel é consagrado a Ira e a Vingança, traços marciais que caracterizam a natureza da corrente que – no Túnel abaixo – é interpretada na forma de atavismos primevos.

Aussik precisava projetar a besta que estava gerando. Mas quando o fora fazer sentira grandes dores na nuca e uma terrível falta de respiração. Perdeu a consciência por alguns instantes, acabara de entrar em um transe. Tudo foi muito rápido, mas quando sua consciência voltou a Makkuth, todas as suas costelas doíam. Neste transe ele fora projetado ao céu deste Túnel e jogado para fora. Não conseguira projetar a Besta, falhou!

6 de Fevereiro – Domingo:

[718]
20:00 O Trabalho Mágico da noite anterior forma em demasia pesado. O Sacerdote acordou com dores nas costelas e pontas dos dedos. As dores na cabeça o deixavam tonto e com mal estar durante todo o dia. Uma sensação de morbidez acometia não somente ele, mas Soror 789.

Cabe fazer aqui um interessante comentário sobre o Lamen da O.T.O. estampado no peito de Aussik. Isso normalmente não ocorre porque ele sempre se apresenta com seu selo pessoal.

Um dos totens de Ta-Urt é a Pomba. Ela aparece no Lamen da O.T.O. como o pássaro Draconiano do Sangue. A vesica é um Portal Venusiano – d – cujo número é 4. O Olho no Triangulo ou Pirâmide do Espírito é 370. A Pomba, o Espírito Santo, denota o elemento Ar e a letra a, 1. O Cálice ou Graal é representado pela letra j, 8; e o y nele é a secreta semente ou bindu no coração do yantra é 10. Sua numeração total é 393. Este é o número de Aussik. O ‘ausente’ ou 4 oculto é o Círculo Venusiano no coração do sigilo de Aussik:

Este sigilo é carregado de grandes significados na Gnosis Draconiana. Descrevê-los aqui seria sair do objetivo destas anotações, contudo seria interessante enfatizar que 393 é menor que 666 (Choronzon-Shugal) por 237, o número de AVR GNVZ, a ‘Luz Oculta’ e também de ARBO, que significa ‘quatro’ neste caso da ‘Luz Oculta’ do Portal (d) no coração do sigilo de Aussik. Ainda, 393 é menor que 718 por 325, o número místico de Marte, o veículo planetário de Ra-Hoor-Khuit e das energias concernentes ao caminho de p e Parfaxitas.

Estas considerações comprovam a natureza da Operação e seus resultados; os elementos venusianos e marciais estão presentes neste Caminho nos dois lados da Árvore. Apenas elementos de característica marciais podem fazer a ligação entre Hod e Netzach, pois a Iluminação tem sua origem nas fontes ocultas de poder que aterrorizam a mente do ignorante.

O Sacerdote não tem problemas com as energias marciais nesta densidade da Árvore da Vida, mas quanto ao seu reverso, elas são para ele muito mais aterrorizantes.

A Sacerdotisa não se sentira à vontade durante o Ritual e assim não conseguiu se projetar além de Daäth. Falhou!

7 de Fevereiro – Segunda Feira:

[718]
20:00 O Sacerdote adentrou para fazer novamente suas práticas mágicas com Parfaxitas. O Templo se encontrava “aberto” desde o último Ritual. Entretanto, desta vez ele entrou sozinho. Isso ocorreu porque os trabalhos de Ira e Vingança somente são reais neste Túnel no sentido de purgação, o ‘sangue da vida’. 789 fará esta prática no seu próximo período lunar.

Após a consagração da S\N\ 718 sentou-se frente o Altar de Parfaxitas. Ao seu redor as colunas consagradas a este trabalho flamejavam. Ele começou sua meditação concentrando-se no sigilo de Parfaxitas.

Ao adentrar em Daäth se protegendo com o Sinal de Proteção, foi sugado. Literalmente é isso que ocorre. Daäth funciona como um grande buraco nego que suga os magistas que ali tentam explorar para as mais recônditas distâncias espaciais. Àqueles que não possuem o devido treinamento nessa área são sugados e se perdem nos golfos do abismo.

Um dos perigos mais eminentes de se praticar o VIII°(+) O.T.O. é que se o magista não tiver uma firme concentração e deixar vagar sua mente na hora da prática, estará gerando e dando forma a vampiros mortais que aterrorizarão seus sonhos até o fim de sua jornada. Tais vampiros povoam a mente do magista enquanto ele viver! O resultado é aparente, sua transformação em uma abominação.

Para elucidar o que na frente há por vir, é pertinente que façamos uma pausa em nosso estudo no intuito de relatar um notório caso ocorrido nos limites da O.T.O. O que se segue é um extrato de um diário mágico do Sacerdote de Março de 2004 e.v.:
\
Em meados do ano de 2003 e.v, Victor Hugo de Castro Dutra, um membro da O.T.O., agora inativo, dirigia um pequeno grupo de estudos Thelêmicos filiado a O.T.O. Certa tarde, ele convidou-me para assistir uma das reuniões deste grupo. Eles estavam reunidos em um bairro distante do centro de Juiz de Fora.[6] Reuniam-se no terraço da casa de um dos membros do grupo.

Quando lá cheguei, conheci o então membro do grupo que se mostrou, na época, muito simpático. Ele logo se ofereceu para adentrar a O.T.O.

Com o passar do tempo ele conquistou a confiança dos líderes da Ordem que lhe ensinaram, ao longo de sua estadia, alguns mistérios da O.T.O.; por sorte, nem tantos, pois posteriormente ele se mostraria definitivamente inapto para os trabalhos da Ordem.

Ele recebera o VII° Grau estritamente honorário, significando assim que deveria concluir todas as etapas da ‘Pirâmide de Poder’ para de fato ser efetivado no Grau. Posteriormente, ele recebera também o VIII° & o IX°, também honorários. Com relação a sua evolução nos Graus da O.T.O., foi um erro, e o tempo nos mostrara como este erro foi fatal, deixarmos que ele adentrasse aos portais da Ordem. De fato ele nunca fez um diário, nunca entregou um relatório, e sempre falhou em seus mais simples ordálios.
Frater Ankh-f-n-Ammon-Ra, 193 U X° O.T.O.[7] sempre enfatizou que este membro, conhecido na Ordem como Tau Merkurius, 696[8] U, somente se aproximara da O.T.O. “para conseguir dinheiro e mulher” (sic). Nós deveríamos tê-lo escutado!

Citei na Lança de Seth vol. II, no. 3 o porque de seu afastamento da Ordem:

A adoração do fogo no coração do altar, mencionado nos Vedas e em outros textos religiosos, é o emblema do Fogo na zona de poder vaginal da suvasini. Este cakra tem uma função dual no tangente que pode receber e transmitir vibrações que destroem ou criam, de acordo com a influência atraída sobre ele. Esta é a razão pela qual há uma extrema gentileza com a suvasini no rito. Ela é coberta com flores e óleos frios adequados aos marmas para que permaneça fria e receptiva. Se está irritada, tanto física como mentalmente, ela chega a agitar-se e a vagina emite emanações venenosas; é por conseqüência extremamente perigoso ter contato com ela através de lábios ou língua.
Vem-me agora um caso ocorrido com Frater 696 U da O.T.O. que em um Templo seu, dedicado a um antigo sistema da Ordem, levou para seu Circulo Mágico uma mulher despreparada espiritualmente e magicamente para a práticas de ritos tântricos. Eu o havia advertido muitas vezes para que não o fizesse, pois ele não era um Adepto preparado para tais práticas, muito menos a mulher em questão. Pelo que me lembro, foi uma série de trabalhos. O resultado destes trabalhos foi seu considerável afastamento da O.T.O. e diversos problemas de saúde que o incapacitaram de viver normalmente por alguns meses. O beber dos fluídos venenosos é um cuidado que os Adeptos e verdadeiros Iniciados têm de tomar.

Eu nunca fiz uma análise mais apurada do assunto,[9] mas 696 foi aterrorizado pelos vampiros que gerou.

Quando o conhecemos ele se dedicara exclusivamente ao sistema proposto por Soror Nema e acreditava ser um Magister Templi da A\A\. Posteriormente, já não mais acreditando ser um M\T\, se auto-proclamou um Adeptus Minor alegando estar em completa comunhão com o seu Daemone. As condições de sua alegação são hilárias. Segundo os relatos de Victor Hugo de Castro Dutra, 696 dizia ter adquirido a “Conversação & a Consecução com o Sagrado Anjo Guardião em um dia de meditação comum. Eu estava fumando maconha e ele apareceu”.

Para os Adeptos, nenhuma palavra a mais sobre o assunto é necessária!

Voltando aos episódios ocorridos na O.T.O., 696 fora expelido da Ordem, seus documentos de Grau caçados, após se levantar contra o líder da O.T.O.

Naquela ocasião, ele era um bom ajudante, e nada mais. Seus vícios, alimentados por práticas equivocadas do Soberano Santuário gerando larvas e vampiros, faziam com que 696 ficasse perdido no mundo dos Qliphoth e lá, aterrorizado pelos habitantes do abismo, padece na sombra, vivendo em uma escura caverna habitada por gigantescas hienas que devoram sua carne. Está realmente em casa!

Os eventos que o levaram a ser expelido da O.T.O. formam uma cadeia de episódios. Ao se apaixonar por uma profana que somente lhe cedera a cama por intermédio mágico de uma singular pessoa que o ajudara, cavou sua cova. Quando a ajuda cessou, ela não mais lhe quis. Pronto! Novamente lá estava ele, atirado aos porcos da solidão sem ninguém para tirá-lo da pocilga! Por quanto tempo mais ele sofreria aquelas desilusões? Para que servia a O.T.O. se não podia dar a ele a mulher de seus sonhos? Para que servia a O.T.O. se não podia dar a ele o dinheiro necessário para viver? Onde estavam seus irmãos da Ordem quando mais necessitava? A resposta é simples: os irmãos estavam onde sempre estiveram, labutando na Grande Obra. Mulheres e dinheiro, conseqüências óbvias de um trabalho espiritual efetivo.

A O.T.O. provou a este Frater ser para ele uma escola de evolução! Não se importando com suas condições limitadas, o tratou como um verdadeiro Iniciado. Entretanto não faz parte das obrigações da O.T.O. para com seus afiliados servir de canal para aquisições egóicas de uma personalidade extraviada. 696 gerou, alimentou e fortaleceu suas frustrações internas. Sombras que o assombram e que não mais o deixam viver em paz. A conseqüência era óbvia: morder a mão que o alimentou!

Como dizia o Ritual Carbonário da Maçonaria: “Fidelidade com Amor; Coragem com Respeito; Perjúrio com Vingança”.
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Este extrato de diário ilustra como práticas mal formuladas dos mistérios que envolvem o Soberano Santuário da O.T.O. engendram formas decadentes de vida.

Aussik se encontrava novamente com suas Legiões frente à colina da Torre do Silêncio. Entre eles, um exército de abominações. Lobisomens montados em gigantescas hienas, abutres malignos, corujas assassinas e abelhas nocivas. Fora um confronto amargo. Aussik cavalgava contra hostes de sombras e em horas de grande desespero Legiões de Bruxas atingiam com suas flechas, raios do Vazio, as terríveis criaturas. Era o purgatório!

A Operação mostrou-se uma grande limpeza etérica. As sobras estavam sendo conquistadas. 718 transformava-se. Seu corpo aumentava. Já podia lutar contra gigantescos ciclopes que protegiam a Torre. Sua força era infinitamente maior. Quando se jogou às portas da Torre e adentrou no Castelo das Sombras foi sugado por um magnífico vórtice: a Torre o cuspia para o êxtase e lá ele escutou: RPSTOVAL. As asas dos abutres escondiam a Torre do Silêncio; as abelhas o carregavam e seu zumbido era uma deliciosa canção: IPSOS.

Quando o Sacerdote voltou do transe se encontrava nu, aos pés do Altar de Parfaxitas.

A Palavra do Aeon de Maat, segundo Soror Nema, é IPSOS, que significa ‘a mesma boca’. No ‘AL vel Legis’ (II: 76) há uma cifra criptógrafa que possui o mesmo valor que IPSOS. De fato, duas maneiras diferentes de se ler Ipsos produzem números equivalentes ao grupo de letras do AL: RPSTOVAL, que possui o valor qabalístico de 696 e 456, de acordo de como se lê a letra ‘S’, sendo s ou c. Similarmente, com Ipsos ocorre o mesmo. Portanto ambas as palavras são equivalentes. Ipsos, sendo a boca, é o órgão da Pronúncia da Palavra, da Alimentação, da Sucção e do Beber, i.e. não somente o órgão da pronúncia, mas também do recebimento da Palavra. Tendo toda fórmula aspectos micro e macrocosmicos, a fórmula RPSTOVAL é assim um processo especificamente fisiológico que envolve a boca (útero) em sua mais recôndita fase.

A boca como Maat, a Verdade, a Palavra; Mat, a Mãe; Maut, o Abutre, são atribuições implícitas no simbolismo da Torre. A erupção ou pronunciamento da Torre (falo) é a vibração da Palavra dentro dos espaços além da terra que estão ligados ao aethyr do Louco.

O Caminho do Louco (undécimo caminho) é uma secreta extensão do Caminho da Torre (Atu XVI) e a compreensão deste simbolismo é a chave para o Aeon de Maat que é resumido pelo número 27 (11+16). Eu já sugeri em meus escritos que RPSTOVAL se refere aos kalas psico-sexuais formulados pela interpenetração da polaridade sexual.

A interpenetração da vagina e do falo (i.e. a boca e a torre) é resumida sob a fórmula eroto-oral conhecida popularmente como sessenta e nove (69). Mas há aqui implicações que devem ser apresentadas. Os números 6 e 9 denotam o sol e a lua, Tiphereth e Yesod; e em termos dos 32kalas, 6 e 9 se referem a Leão e Peixes. As implicações importantes para ‘esta anotação’ (porque há inúmeras), é que 69 é a energia fálico-solar do Anjo derramando-se na boca, cálice ou útero da Lua para se unir ao kala q. O resultado desta mistura é o vinum sabbati, o Vinho do Sabbath das Bruxas que pode ser destilado, de acordo com antigos grimórios, “quando o final da Torre estiver obscuro (ou velado) pelas asas do abutre”.

Um peculiar choro sai da boca do abutre. Este peculiar choro ou palavra é notado por Crowley como Mu. Seu número é 46, a ‘chave dos mistérios’ e o número de Adão (homem). Mu é a semente masculina, mas ela também é a água (i.e. sangue) com o qual o homem se fez carne.

As visões de Soror Tanith e de outros Adeptos da O.T.O. concernente ao Abutre de Maat, as Abelhas de Sekhet, a Torre do Silêncio e a Serpente que vibra IPSOS podem ser percebidas na pintura do frontispício: O Abutre na Torre do Silêncio.

Demonstrei em Por dentro da Zona-Malva, vol. III, onde um profundo estudo sobre o Aeon de Maat foi feito (As Bases Draconianas dos Mistérios de Maat), que Liber Pennae Praenumbra compreende grande feição como o Oitavo Grau Draconiano, com os Mistérios de Lêng do Necronomicon, com os Mistérios de Maat expostos por Frater Achad e desenvolvidos por Nema e o Culto Lamal (Lam sendo o transmissor da Corrente-Aiwass do Universo ‘B’ (LA) para o Universo ‘A’ (AL) via o Aeon da Filha (Mâ). Estes traços não apenas dependem inteiramente da similaridade mágica das técnicas empregadas dos mistérios que expressam esta Corrente, mas também da linha de evolução tracejada por Crowley ao receber o ‘AL vel Legis’.

A fórmula da Missa de Maat – Ipsos (“pela mesma boca”) – se refere à boca que é o útero da Palavra e que reifica a Palavra. A Palavra ou Manifestação de Maat é sua Filha, Mâ, como a Palavra de Seth é La. A letra ‘t’ é o agente Tau (Terra). Assim, Malat e Talam são os kalas gêmeos do Senhor das Abelhas que, carregados com o manta Hum é Ta Lam ou a encarnação da terra (Ta = terra) de Lam. Em outras palavras, é a completa manifestação de Lam (como Aivaz) na consciência física. Veja Psiconautas do Mundo dos Sonhos (‘Lança de Seth’ vol. IV, no. 2) por Frater Zivo Aivaz, 65 U.

Finalizando esta anotação, dando continuidade a explicação das conseqüências de práticas como aqui descritas, me lembro de um membro da O.T.O. que sigilizou um “desejo de realizar um espírito réptil”. Ele primeiro baniu de sua mente todas as idéias ou ‘espíritos’ e se concentrou em um sigilo. Enquanto o fazia utilizou mantras Tibetanos em conjunção com o VIII°(+) O.T.O. Após cair em um sonho magnético e voltar a Malkuth, ele nunca deixou de ser um réptil.

8 de Fevereiro – Terça Feira:

[789]
Antes de entrar no Caminho de p senti alguns seres limpando minha aura. Após isso uma cápsula de luz começou a se formar acima de minha cabeça e cresceu até envolver todo meu corpo. Após isso entrei no Caminho. Desta vez não montei um cavalo, de início nem o vi. Estava vestida com armadura vermelha carregava uma espada. Caminhava ao lado do lobo. Paço pelos seres marciais em posição de combate a procura da esfera. No céu passava uma espécie de águia como se vingasse. Quando chegava perto da esfera achei o cavalo e quando pulamos, eles entraram em minhas costas. Lá passei por uma iniciação (Netzach). Ai sair eles saíram de minhas costas e fomos à procura de Hod. Lá ocorreu quase a mesma coisa, mas minha iniciação não foi completa.

[Comento de 718]
Os comentários de 789 estão vagos e não fazem sentido no atual contexto. Suponho por ser a forma distinta que ela adotou para trabalhar magicamente. Todavia, o material acima descrito por ela comprovam seu período de estadia iniciática neste Caminho.

Netzach significa triunfo ou vitória. Sua natureza é a do amor e da força de atração; o poder de coesão no universo, unindo uma coisa à outra e atuando como a inteligência instintiva entre as criaturas vivas. O planeta Vênus, emblema do amor e da emoção, é atribuído pelos filósofos da magia a essa Sephirah; da mesma maneira, a cor verde, tradicionalmente pertencente à Afrodite, como as forças pertencentes a essa Sephirah estão peculiarmente ligadas ao cultivo, à colheita e à agricultura tradicionalmente falando.

Em oposição a Netzach está Hod, esplendor ou glória, que é uma qualidade feminina repetindo as características de Chockmah num plano menos exaltado e sublime. Representa essencialmente uma qualidade mercurial das coisas – sempre fluindo, em metamorfose constante e fluxo contínuo, tendo sido denominada, acredito, “mudança na estabilidade”. Se 789 passava por tais iniciações é uma boa indicação de seu desenvolvimento na frente da Árvore.


Amor é a lei, amor sob vontade.




[1] Karen Kelly née Liguori, Grã-Sacerdotisa do Templo Nu-Isis. A raiz do nome, Than significa Dragão. O Dragão Draconiano das Profundezas, i.e. do Ar ou Espaço (Outer Ones), ou Água ou Plano Astral (Deep Ones). Ela representa a Dupla Corrente, Horus (93) + Maat (696), somando assim 789. Tanith representa a Corrente Draconiana ou Ofidiana. Como TNIT, ela equipare-se a 78, o número de Aiwass, o mensageiro ou Anjo de Hoor-paar-Kraat e com Mezla, ‘a influência provinda do além’ (i.e. além de Kether, Yuggoth). 789 é densamente carregado pela Gnosis Draconiana: IPSOS (696) + ALALLA (93); AIWASS (418) + ShAITAN (371); IPSOS (456) + IXAXAAR (333); IPSOS (456) + ChVRVNZVN (333). Finalmente, 789 = PTN, o monograma mágico da Alta Sacerdotisa da O.T.O. que tem no presente transmitido os mais poderosos complexos de energia mágica.
[2] Fernando Liguori, Frater Aussik-Aiwass, 718 U X°, O.H.O. da Ordo Templi Orientis. Aussik é o nome de um Great Old One, uma entidade extraterrestres que, junto a Aiwass, mantém uma ligação de dupla-via com a consciência mundana através da O.T.O. Este é o nome mágico do presente líder de Ordem. 718 é um número carregado na Qabalah Thêlemica-Draconiana sempre conectado ao nome Shaitan-Aiwass. Neste sentido, deve ser lembrado que 718 é QVRI OKIBISh, ‘a Rede da Aranha’. Satan, ShTN + ShTN = 718, uma expressão da Dupla Corrente; e ainda Z-AIN, o “Um-Olho-Espada”. 718 é conectado com a Estela da Revelação, que também é conhecida como Shiq-qutz Shomen, a ‘Abominação da Desolação’. É o glifo da fórmula Nu-Isis pois 718 = 7 + 1 + 8 = 16 (Sodashi), 1 + 6 = 7 (Seth). O número ‘1’ em 718 é o Falo de Osíris dividido por Seth (7) e Isis (8). Seth-Isis = Sothis.
[3] Antônio Pereira. O mote é o notariqon de Auxiliante Deus et Natura ben Aiwass, o que significa ‘Auxiliar de Deus e da Natureza Filho de Aiwass’. O nome está relacionado a Geburah e sua aplicabilidade mágica é ‘servir ao Aeon de Horus’. O número deste notariqon é 525, o número de IHVH TzABAVT, Senhor da Hostes, i.e, das Estrelas; um nome associado ao Planeta Vênus. 525 soma 12, O Homem Dependurado, o XII Atu de Thoth. Se relaciona a letra men e ao elemento Água representando o batismo, uma forma de morte. É o trabalho do Iniciado de se conscientizar de que é um ser cósmico e transferir esta compreensão para a sua realidade física, i.e. perceber a mesma não mais de um ponto de vista do senso comum.
[4] Nodens, Deus das Profundesas, também, nome mágico atribuído ao presente autor como Sacerdote do Nu-Isis Templum O.T.O. construído sob os auspícios da Loja Shaitan-Aiwaz em Março de 2004. O lócus de Nodens é Daäth.
[5] O nome Isis significa literalmente ‘o assento de pedra’. Veja o Atu II, a Alta Sacerdotisa. “Infinite Space & the Infinite Stars”. Frater Achad definiu este notariqon explanando melhor do que ninguém a natureza de Isis como a Suprema Zona de Poder Cósmica que, em conjunção com Nu, Nuit, constitui a Corrente Nu-Isis, irradiando sua influencia de espaços profundos transplutonianos.
[6] Este incidente ocorreu durante o estágio formativo de uma Loja da O.T.O. que eu fundei com o propósito de canalizar específicas influências mágicas de uma fonte transputoniana simbolizada por Nu-Isis.
[7] Alex Barbosa Elias, um dos fundadores do Nu-Isis Templum O.T.O. 193 indica as habilidades hipnóticas através do nome do feiticeiro Africano e Asiático e encantador de Serpentes, conhecido como ESSASUA. A Serpente se refere especialmente à Corrente Draconiana representada pelo Dragão cujo zootipo é o Crocodilo. 193 é, ainda, QPVZ é a ‘Serpente que ejacula veneno’; LZNVNIM, ‘a fonte de magick da Mulher Escarlate que domina o Trabalho noturno. (Ver doc. 006-2005 O.T.O., “Os Reis da Terra”.)
[8] 696 enumera dua fórmula mágicas de importância fundamental: RPSTOVAL do Aeon de Horus e IPSOS do Aeon de Maat.
[9] Posteriormente fora escrita uma novela de 21 capítulo baseada nos fatos ocorridos com Frater 696.

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